Soluções · Casos de uso

Onde a Orion resolve o que a nuvem não pode.

O mesmo núcleo, aplicado onde ele rende mais: setores que acumulam muito documento e muito sigilo ao mesmo tempo — e onde, por lei ou por dever, o dado não pode sair da rede da organização.

Nesses lugares, uma IA que roda dentro da própria estrutura deixa de ser conveniência e passa a ser a única opção viável. Abaixo, três casos de uso-alvo sobre uma mesma fundação.

Casos de uso-alvo · núcleo funcional em ambiente de testes (TRL 4)

Estes são cenários de aplicação para onde o núcleo aponta, descritos a partir do que ele já faz — não clientes atendidos. O que está construído e o que é o próximo passo aparecem marcados ao final da página.

O critério

Muito documento. Muito sigilo. Um só motor.

Onde há muito documento

O problema é real — ninguém varre milhares de arquivos na mão — e o motor tem massa para trabalhar. Sem volume, não há dor que justifique a IA.

Onde há muito sigilo

Enviar o conteúdo para uma IA de nuvem estrangeira esbarra na LGPD e na soberania de dados. Aí, rodar local não é preferência: é condição para poder usar IA.

No cruzamento dos dois

É onde a Orion deixa de ser "uma opção melhor" e passa a ser a única viável. Um núcleo reutilizável atende essas verticais sobre a mesma fundação — a estratégia core-first.

Setor público Caso de uso-alvo

Inteligência sobre documentos que nunca saem da rede do órgão.

O problema

Órgãos do DF acumulam processos, pareceres, normas e ofícios num volume que ninguém varre à mão; encontrar a informação certa consome horas. E a saída óbvia — um assistente de IA na nuvem — esbarra na LGPD e na soberania de dados: documento sensível não pode trafegar para servidores de terceiros no exterior.

Como a Orion resolve

O modelo roda dentro da própria estrutura do órgão. A Orion indexa os documentos internos e responde em linguagem natural citando o documento-fonte de cada resposta — o servidor confere a origem em vez de confiar às cegas. Nada trafega para fora.

Quem se beneficia

Servidores e gestores recuperam em segundos o que levava horas; o cidadão sente na ponta, em respostas mais rápidas. Conformidade com a LGPD e soberania de dados passam a ser consequência da arquitetura, não esforço posterior.

O clímax — onde soberania vira exigência absoluta

Há um ponto do setor público onde "seria bom não vazar" se torna "não pode sair da rede, sob nenhuma hipótese": defesa e inteligência. É onde se acumulam informes de inteligência, dossiês e relatórios classificados — massa documental enorme e do mais alto grau de sigilo. Aí, qualquer solução apoiada em nuvem estrangeira está fora de cogitação: o dado não pode, em hipótese alguma, transitar por infraestrutura sob jurisdição de outro país. A arquitetura da Orion foi concebida para operar de forma autocontida: com todos os componentes — modelos, índice e reranker — rodando dentro da rede, o processamento acontece sem dependência externa em tempo de uso, apto a operar em ambiente isolado. É o cenário-limite que revela por que a fundação foi construída assim: não é a interface que garante o sigilo, é a engenharia por baixo dela.

Jurídico Caso de uso-alvo

Pesquisa no acervo com resposta rastreável e sigilo preservado.

O problema

Escritórios e departamentos jurídicos guardam milhares de contratos, petições, pareceres e jurisprudência interna. A busca é lenta — e uma IA genérica que "inventa" precedente é um risco conhecido e grave na advocacia.

Como a Orion resolve

Busca por significado com reordenação neural sobre o acervo do próprio escritório, e resposta sempre com a fonte do trecho. É anti-alucinação por desenho: a resposta nasce ancorada no documento real, com a origem à vista. Rodando local, segredo de justiça e sigilo profissional ficam preservados.

Quem se beneficia

Advogados e jurídicos internos ganham velocidade e param de correr o risco de citar algo que não existe. O acervo confidencial nunca deixa a infraestrutura do escritório.

Onde o encaixe é mais afiado

Procuradorias, tribunais e controladorias concentradas em Brasília são, ao mesmo tempo, jurídico e setor público — o cruzamento de maior volume documental e maior sigilo do país, no território de maior densidade de órgãos federais. É o ponto onde as duas verticais se encontram e o argumento de soberania fica mais forte.

Saúde Caso de uso-alvo

Conhecimento clínico e prontuários sem expor o dado do paciente.

O problema

Clínicas acumulam prontuários, laudos, exames e protocolos — volume alto e do grau máximo de sigilo, já que dado de saúde é categoria especial na LGPD. Enviar isso para uma IA de nuvem é inviável por lei.

Como a Orion resolve

Cada clínica roda a sua própria instância, dentro da própria estrutura, sobre a base documental dela — respondendo com a fonte citada. O prontuário nunca deixa a infraestrutura da instituição, porque o processamento acontece ali dentro.

Quem se beneficia

Profissionais recuperam a informação clínica na hora certa, com respostas ancoradas no documento real, não numa invenção. É justamente o setor onde "roda local" deixa de ser vantagem e vira a condição legal para usar IA.

Uma fundação, várias verticais. O mesmo motor — IA local, com a fonte citada — aplicado onde o documento é muito e o sigilo é inegociável.

Transparência

O que já funciona e o que é o próximo passo.

Os casos acima se apoiam apenas no que o núcleo faz hoje. O que ainda não existe entra como roadmap — nunca como entrega.

Funcional em ambiente de testes
  • Execução de modelos de IA localmente, na estrutura do cliente.
  • Leitura e organização de documentos, com a origem de cada trecho registrada.
  • Busca por significado com reordenação neural dos trechos mais relevantes.
  • Resposta que devolve o documento-fonte que a embasou.
  • Runtime resiliente com recuperação de falhas e trilha de auditoria em runtime.
Próximo passo
  • Autenticação e controle de acesso.
  • Isolamento efetivo entre clientes (multi-tenant).
  • Interface para o usuário final.
  • Verticalização — a camada de produto para cada setor.
  • Credenciamento e homologação exigidos por setores como defesa.
Próximos passos

Tem uma base documental sensível? Vamos conversar.